Cirurgia oftalmológica especializada
Cirurgia de pterígioem Sinop
Conheça o tratamento padrão ouro para a popularmente conhecida “carne crescida no olho”, com a técnica mais avançada de transplante de conjuntiva e cola biológica.
Atendo na Clínica Statto, em Sinop (MT). Recebo pacientes de Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Lucas do Rio Verde, Cuiabá e de todo o norte de Mato Grosso.
Pterígio: o que é e como tratar
O que é pterígio
O pterígio é a popularmente conhecida “carne crescida no olho”. Ocorre devido ao crescimento de um tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva (uma membrana fina e transparente que recobre a superfície do olho) em direção à córnea.
Esse crescimento, geralmente em formato triangular, pode causar desconforto, alteração estética e até prejudicar a visão se atingir a área central da córnea.
- Conjuntiva
- Pterígio, crescendo na direção da seta
- Córnea
O Dr. Luigi explica tudo sobre o pterígio. Neste vídeo, ele explica com clareza tudo o que você precisa saber antes da consulta.
- Formação
- Oftalmologia na Fundação Banco de Olhos de Goiás; plástica ocular no CEROF/UFG
- Registro
- CRM-MT 10849 · RQE 5206
Dr. Luigi Seronni
Referência em plástica ocular
A medicina sempre esteve presente na minha vida: venho de uma família de médicos e, desde cedo, aprendi a importância do cuidado com a saúde e do compromisso com a excelência. Dentro da oftalmologia, me dedico à plástica ocular há 23 anos.
Atuei por 15 anos em Goiás e, há 7, estou em Mato Grosso, onde hoje sou uma referência na área. Meu atendimento é baseado na segurança e na atenção aos detalhes, respeitando a individualidade de cada paciente e a importância das pálpebras para a saúde ocular e a harmonia do olhar.
Assuntos desta página
Escolha um assunto para ir direto à explicação.
Fatores de risco
A radiação ultravioleta é a principal causa
A exposição excessiva ao sol, especialmente à radiação UV, é a principal causa do pterígio. A condição é mais comum em pessoas que vivem ou trabalham ao ar livre.
Exposição solar (UV-A / UV-B)
Vento e poeira
Ressecamento ocular
Predisposição genética
Sinais e sintomas
Quando o seu corpo avisa
Os sintomas variam conforme o tamanho e a progressão do pterígio. Identificar precocemente é essencial para o melhor desfecho terapêutico.
Vermelhidão e irritação ocular
Hiperemia conjuntival persistente, frequentemente acompanhada de coceira e ardor.
Sensação de areia nos olhos
Sensação de corpo estranho: desconforto típico que se intensifica ao longo do dia.
Alteração estética visível
Tecido triangular avermelhado visível na superfície ocular, próximo à córnea.
Distorção da visão
Em casos avançados, comprometimento visual por distorção ou obstrução do eixo óptico.
Tratamento
Conduta clínica e cirúrgica
A abordagem é individualizada conforme o estágio. O tratamento inicial é clínico; a cirurgia é indicada quando há comprometimento visual, desconforto persistente ou impacto estético relevante.
Etapa 1: Tratamento clínico
- Colírios lubrificantes
- Anti-inflamatórios tópicos quando indicados
- Proteção solar com óculos UV
- Acompanhamento periódico
Etapa 2: Indicação cirúrgica
- Comprometimento visual progressivo
- Sintomas refratários ao tratamento clínico
- Impacto estético com repercussão emocional
- Risco de evolução à área central da córnea
Técnica cirúrgica moderna
Transplante de conjuntiva com cola biológica
Uma técnica moderna e eficaz para a remoção do pterígio. Após a retirada do tecido, um pequeno fragmento da conjuntiva saudável do próprio paciente é transplantado para a área afetada, e a cola biológica substitui os pontos tradicionais.
Sem pontos tradicionais
A cola biológica substitui as suturas convencionais, eliminando a sensação de fios e o desconforto associado.
Recuperação mais rápida
Pós-operatório com retorno mais rápido às atividades e melhora progressiva ao longo da recuperação em comparação às técnicas convencionais.
Menor recidiva
O autotransplante de conjuntiva reduz substancialmente o risco de retorno do pterígio.
Pós-operatório
Recuperação bem orientada
Durante o procedimento, a anestesia proporciona conforto ao paciente. Após o término do efeito anestésico, pode haver dor ou desconforto nos primeiros dois a três dias, com melhora progressiva e orientação adequada durante a recuperação.
A técnica reduz significativamente o risco de recidiva, mas ele não é eliminado por completo, principalmente quando não há proteção adequada contra os fatores de risco.
| Período | Cuidados e evolução |
|---|---|
| Primeiras 24 horas | Repouso e hidratação ocularUso rigoroso dos colírios prescritos. Curativo oclusivo conforme orientação médica. |
| Dias 02 a 07 | Redução do desconfortoDiminuição progressiva da dor e da sensação de corpo estranho. Retorno gradual às atividades leves. |
| Semanas 02 a 04 | Cicatrização visívelReavaliação clínica. Liberação progressiva conforme evolução individual. |
| Longo prazo | Proteção UV permanenteUso contínuo de óculos com proteção UV é essencial para prevenir recidiva. |
Onde eu atendo
Clínica Statto, em Sinop
As consultas e os retornos acontecem na Clínica Statto. Atendo pacientes de Sinop, Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Lucas do Rio Verde e Cuiabá, de toda a região norte de Mato Grosso e de outras regiões do Brasil.
Endereço e horários
R. das Hortências, 1574 A, Setor ComercialSinop, MT · 78550-100
- Segunda a sexta
- 7h30 às 11h30
13h30 às 17h30 - Sábado
- 8h30 às 11h
Clínica Statto · Rua das Hortências, 1574 A, Sinop
Vem de outra cidade?
Antes de organizar a viagem, converse com a nossa equipe sobre a possibilidade de consulta on-line, as datas da consulta e os retornos necessários.
Combinar minha visita pelo WhatsAppPronto para uma consultaespecializada?
O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado fazem toda a diferença. Agende sua avaliação e receba uma orientação individualizada para o seu caso.
Agendar pelo WhatsAppA indicação cirúrgica depende de avaliação oftalmológica individual. Atendimento na Clínica Statto, em Sinop.