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Segunda a sexta, 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30 · Sábado, 8h30 às 11h
Dr. Luigi Seronni Oftalmologia · Plástica ocular Agendar
Consultório do Dr. Luigi na Clínica Statto, com a mesa de atendimento e as poltronas verdes

Clínica de olhos Dr. Luigi Seronni

Oftalmologista em Sinop

Cuidamos de sua visão combinando excelência técnica com um atendimento humanizado, para que você enxergue o mundo com clareza.

Segunda a sexta
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Sábado
8h30 às 11h
O Dr. Luigi mostra os exames da consulta · 40 s

Na consulta

Como é a consulta oftalmológica

A consulta oftalmológica é onde cuidamos da saúde ocular, muito mais que prescrever óculos. Durante uma consulta de rotina, vários exames são realizados para avaliar a saúde dos olhos e garantir uma visão de qualidade. Entre os principais exames estão:

  1. Acuidade visual e refração

    Mede a capacidade de enxergar com clareza e determina o grau de óculos ou lentes, se necessário.

  2. Biomicroscopia

    Analisa as estruturas anteriores do olho, como córnea, íris, cristalino e retina, utilizando um microscópio especial.

  3. Avaliação das pálpebras

    Verifica a condição das pálpebras, se há alguma inflamação ou anormalidade, e sua função na proteção ocular.

  4. Avaliação da motilidade ocular

    Testa a movimentação dos olhos, identificando possíveis desequilíbrios.

  5. Exame da pupila

    Avalia a reação das pupilas à luz, o que pode indicar problemas neurológicos ou oculares.

  6. Tonometria

    Mede a pressão intraocular, essencial para o diagnóstico precoce do glaucoma.

  7. Fundoscopia

    Examina o fundo do olho (retina), importante para detectar alterações como a retinopatia diabética ou sinais de doenças sistêmicas.

Esses exames são fundamentais para preservar a saúde ocular. Uma consulta oftalmológica de rotina não só melhora a qualidade da visão, mas também ajuda a prevenir a cegueira por causas reversíveis e a diagnosticar precocemente doenças que podem causar desconforto ou deixar sequelas.

Nossos serviços

Cuidamos da sua visão com excelência

Sala de espera da Clínica Statto, com o espaço infantil

Consultas oftalmológicas

Cuidando da sua visão em todas as fases da vida

  • Consulta oftalmológicaAvaliação completa da saúde ocular, identificando problemas de visão e prevenindo doenças para garantir mais conforto e qualidade de vida.
  • Oftalmologia infantilCuidados oftalmológicos especializados para crianças, auxiliando no desenvolvimento saudável da visão e prevenindo doenças desde a infância.
  • Oftalmologia geriátricaAcompanhamento oftalmológico para a terceira idade, prevenindo e tratando doenças oculares comuns para preservar a qualidade da visão.
Aparelho de exame dos olhos no consultório

Exames e diagnósticos

Precisão e tecnologia para um diagnóstico confiável

  • Exame de vistaAvaliação detalhada para detectar problemas refrativos e indicar o uso correto de óculos ou lentes, proporcionando mais nitidez e conforto visual.
  • RefraçãoExame preciso para medir erros refrativos como miopia, hipermetropia e astigmatismo, garantindo a melhor correção para sua visão.
  • Mapeamento de retinaExame avançado para avaliar a saúde da retina e diagnosticar doenças como retinopatia diabética, degeneração macular e descolamento de retina.
  • Aferição da pressão intraocularExame essencial para detectar precocemente o glaucoma e prevenir danos à visão, garantindo mais segurança para a sua saúde ocular.
O Dr. Luigi operando no centro cirúrgico, com a equipe

Cirurgias oftalmológicas

Procedimentos cirúrgicos para restaurar sua qualidade de vida

Quero agendar minha consulta

Nosso compromisso

  • Compromisso com a saúde ocular

    Sua visão em boas mãos

    Contamos com uma equipe especializada e equipamentos de última geração para oferecer diagnósticos precisos e tratamentos eficazes.

  • Tecnologia e tratamentos avançados

    Soluções modernas para cuidar dos seus olhos

    Da prevenção às cirurgias especializadas, oferecemos tratamentos seguros e personalizados para cada paciente.

  • Atendimento humanizado e personalizado

    Um novo olhar para a sua qualidade de vida

    Mais do que cuidar da sua visão, queremos proporcionar segurança, conforto e um acompanhamento próximo em cada etapa do seu tratamento.

Quando consultar

Para cada fase da vida

É recomendado ir ao oftalmologista uma vez ao ano. Mas essa frequência pode variar dependendo da idade, do histórico familiar ou da presença de doenças oculares.

  • Bebês e crianças até dois anos

    2 consultaspor ano

    Além do teste do olhinho após o nascimento, recomendam-se duas consultas ao ano, porque a visão está em importante processo de desenvolvimento.

    Teste do olhinho e desenvolvimento da visão
  • Jovens e adultos

    1 consultapor ano

    Principalmente se usam óculos, lente de contato ou têm alguma condição de saúde que pode prejudicar os olhos.

    Cansaço pelo uso de telas Miopia
  • Idosos

    a cada 6 mesesdependendo de cada caso

    O acompanhamento mais próximo ajuda a prevenir e tratar as doenças oculares mais comuns com a idade.

    Degeneração macular (DMRI)
  • Quem tem diabetes

    fundo de olhoao menos uma vez por ano

    Ou conforme orientação médica. O exame do fundo de olho é fundamental para o acompanhamento do diabetes.

    Retinopatia diabética

Pacientes com doenças oculares: de acordo com a orientação do oftalmologista.

Quando procurar o oftalmologista

O que você está sentindo?

Visão embaçada, olhos irritados ou dores frequentes são apenas alguns dos sinais que levam as pessoas a procurarem um oftalmologista. Nossos olhos são sensíveis e, por vezes, pequenos incômodos podem indicar problemas mais sérios.

Abaixo, você encontra, de maneira resumida, as queixas mais comuns relatadas pelos pacientes e as possíveis causas. Saber identificar os sinais e buscar ajuda especializada é essencial para manter a saúde dos seus olhos.

Dificuldade para enxergar

Visão embaçada e dificuldade para ler, ver de longe ou de perto: pode ser necessário atualizar o grau dos óculos ou das lentes.

Leia sobre a miopia

Olhos vermelhos ou irritados

Inflamações, alergias ou condições como a conjuntivite causam desconforto e preocupação.

Leia sobre a conjuntivite

Dor nos olhos

Pode estar associada a diversas condições, como infecções, lesões ou até doenças oculares mais graves.

Sensibilidade à luz (fotofobia)

Desconforto ao se expor à luz forte, que pode indicar problemas como uveíte ou ceratite.

Leia sobre a uveíte

Cansaço visual

Comum entre pessoas que passam muito tempo em frente a telas ou fazem leituras prolongadas.

Leia sobre o cansaço pelo uso de telas

Mudanças súbitas na visão

Flashes de luz, manchas, pontos flutuantes ou perda parcial da visão podem estar relacionados a problemas graves, como o descolamento de retina.

Visão dupla

Ver imagens duplicadas (diplopia) pode estar relacionado a causas neurológicas ou aos músculos extraoculares, e precisa de investigação.

Olhos secos ou sensação de areia

Sintomas relacionados à síndrome do olho seco, especialmente em ambientes secos ou após o uso prolongado de dispositivos digitais.

Lacrimejamento excessivo

Pode ser causado por inflamações, alergias ou até obstrução do canal lacrimal.

Coceira persistente nos olhos

Comum em pacientes com alergias ou condições como a blefarite, em que a irritação constante gera grande desconforto.

Leia sobre a blefarite

Distorção das imagens

Em pacientes com doenças como a degeneração macular, as linhas retas podem parecer onduladas ou distorcidas.

Leia sobre a degeneração macular

Dor de cabeça frequente

Pode estar ligada a um grau de óculos desatualizado ou ao esforço visual prolongado, entre outras causas que precisam de avaliação.

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Dr. Luigi Seronni, oftalmologista com formação em plástica ocular, no consultório

Quem vai te atender

Dr. Luigi Seronni

Médico oftalmologista · Plástica ocular

Acredito que um bom atendimento começa pela escuta. Por isso, procuro oferecer consultas com tempo, paciência e dedicação, valorizando cada queixa e explicando com clareza os diagnósticos e tratamentos.

Além da experiência clínica e cirúrgica, mantenho uma rotina constante de atualização, participando de cursos e congressos para acompanhar os avanços da oftalmologia e oferecer um cuidado moderno e seguro.

Formação
Oftalmologia na Fundação Banco de Olhos de Goiás; plástica ocular no CEROF/UFG
Registro
CRM-MT 10849 · RQE 5206

Conheça a história do Dr. Luigi

Curiosidades

Perguntas frequentes sobre a saúde dos olhos

Abra o assunto que interessa a você.

Consulta e exames

Com que frequência devo ir ao oftalmologista?

A consulta oftalmológica é onde cuidamos da saúde ocular, muito mais que prescrever óculos. Vale lembrar que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% das causas de cegueira poderiam ser evitadas se descobertas precocemente e tratadas adequadamente.

É recomendado ir ao oftalmologista uma vez ao ano. Mas essa frequência pode variar dependendo da idade, do histórico familiar ou da presença de doenças oculares.

  • Bebês e crianças até dois anos: além do teste do olhinho após o nascimento, recomendam-se duas consultas ao ano, porque a visão está em importante processo de desenvolvimento.
  • Jovens e adultos: uma consulta anual (principalmente se usam óculos, lente de contato ou têm alguma condição de saúde que pode prejudicar os olhos).
  • Idosos: dependendo de cada caso, uma vez a cada seis meses.
  • Pacientes com doenças oculares: de acordo com a orientação do oftalmologista.
Por que dilatamos a pupila na consulta oftalmológica?

Em alguns casos, durante o exame oftalmológico, a dilatação da pupila se faz necessária e é essencial para uma avaliação mais precisa. Um dos motivos é a refração, especialmente em pacientes com menos de 40 anos. Nessa faixa etária, o músculo ciliar, responsável pelo foco de objetos próximos, pode interferir no exame. Ao dilatar a pupila, conseguimos “relaxar” esse músculo, evitando que ele afete o resultado e permitindo uma medição mais exata do grau.

Além disso, dilatamos a pupila para examinar melhor o fundo do olho. Isso é crucial em casos de traumas, retinopatia diabética (doença que afeta os vasos da retina) e uveítes (inflamações oculares). A dilatação amplia o campo de visão do especialista, ajudando a identificar alterações ou problemas de forma mais detalhada.

Doenças e incômodos comuns

Conjuntivite: o que é, causas, sintomas e como tratar

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, que é a fina membrana transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Essa inflamação pode causar sintomas como olhos vermelhos, coceira, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento e, às vezes, secreção, que pode ser clara ou espessa, dependendo da causa.

Causas da conjuntivite

Existem diferentes tipos de conjuntivite, causados por fatores diversos:

  • Viral: é a mais comum e geralmente causada por vírus que também provocam gripes ou resfriados.
  • Bacteriana: causada por bactérias, podendo produzir uma secreção amarelada.
  • Alérgica: resulta de reações a poeira, pólen ou produtos químicos, frequentemente acompanhada de coceira intensa.
  • Irritativa: provocada por agentes como fumaça, cloro de piscinas ou outros produtos químicos.

A conjuntivite viral merece destaque porque é altamente contagiosa, se espalha rapidamente entre pessoas próximas e pode ocorrer em surtos, como em escolas ou ambientes de trabalho.

Tratamento e cuidados

O tratamento depende da causa:

  • Viral: não há necessidade de antibióticos; o foco é aliviar os sintomas com compressas frias e lubrificantes oculares. A infecção viral geralmente desaparece sozinha em até 14 dias.
  • Bacteriana: requer colírios ou pomadas com antibióticos prescritos pelo oftalmologista.
  • Alérgica: são usados colírios antialérgicos e medidas para evitar o contato com os alérgenos.

Atenção! Apenas o oftalmologista pode fazer o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento.

Complicações possíveis

Embora a maioria dos casos de conjuntivite tenha boa evolução, negligenciar o tratamento pode levar a complicações, como infecções mais graves ou até danos à visão, especialmente em conjuntivites bacterianas mal tratadas e conjuntivites alérgicas crônicas.

Prevenção e cuidados para evitar o contágio

A conjuntivite viral, em especial, pode ser transmitida pelo contato com secreções ou superfícies contaminadas. Para evitar a propagação:

  • Lave as mãos com frequência.
  • Não compartilhe toalhas, maquiagem ou colírios.
  • Troque as fronhas regularmente.
  • Evite tocar ou esfregar os olhos.

Durante surtos ou epidemias, é fundamental seguir essas medidas rigorosamente e, se possível, evitar locais com aglomerações. Lembre-se de que a lágrima e a secreção da conjuntivite viral contêm vírus e são altamente transmissíveis.

Astenopia digital: o desconforto ocular causado pelo uso excessivo de telas

O uso de dispositivos digitais, como computadores, celulares e tablets, tornou-se parte indispensável da nossa rotina, seja para trabalho, estudo ou lazer. Com isso, muitos de nós passamos horas olhando para telas, o que pode causar desconfortos oculares, uma condição conhecida como astenopia digital.

Quando focamos por muito tempo em telas, o número de vezes que piscamos diminui significativamente: durante o uso de telas, esse número pode cair pela metade. Isso faz com que os olhos fiquem menos lubrificados, aumentando a sensação de ressecamento e irritação.

Outro fator importante é o esforço dos olhos para focar em objetos próximos, chamado de acomodação visual. Esse processo exige que os músculos oculares trabalhem continuamente para ajustar o foco, especialmente ao alternar entre diferentes distâncias na tela. Esse esforço prolongado pode causar fadiga visual, dores de cabeça e sensação de peso nos olhos.

Além disso, fatores ambientais como o ar-condicionado, a baixa umidade do ar e a iluminação inadequada agravam os sintomas, contribuindo para o ressecamento ocular e o cansaço visual.

Como prevenir os desconfortos da astenopia digital?

Adotar alguns hábitos simples pode ajudar a evitar os sintomas:

  • Faça pausas regulares: a cada 20 minutos, desvie o olhar da tela e foque em algo distante por pelo menos 20 segundos (regra 20-20-20).
  • Pisque conscientemente: lembre-se de piscar para manter os olhos hidratados.
  • Use colírios lubrificantes: eles ajudam a evitar o ressecamento, mas devem ser indicados por um oftalmologista.
  • Ajuste o ambiente: certifique-se de que o local tem boa iluminação e evite correntes de ar seco, como as do ar-condicionado.
  • Invista em óculos: caso precise de correção visual, mantenha suas visitas ao oftalmologista em dia.

Um olhar além da visão

O tempo excessivo sentado em frente às telas não afeta apenas os olhos, mas também pode impactar negativamente a postura e a circulação sanguínea. Permanecer muito tempo na mesma posição pode causar dores nas costas e no pescoço e prejudicar o fluxo venoso, aumentando o risco de inchaço nas pernas e de outros problemas. Ao fazer as pausas, é importante também beber água e ir regularmente ao banheiro. Hidratar-se e não reter urina colaboram para o cuidado com a sua saúde.

Portanto, cuidar da saúde ocular e do corpo como um todo é essencial. Se os sintomas persistirem, procure um oftalmologista para uma avaliação personalizada.

Miopia: por que o mundo está enxergando “embaçado” de longe?

Se você sente que precisa apertar os olhos para ler uma placa na rua ou identificar alguém que vem vindo ao longe, você não está sozinho. A miopia é hoje um dos maiores desafios de saúde ocular do mundo, e entender como ela funciona é o primeiro passo para cuidar melhor da sua visão.

O que é a miopia?

De forma simples, a miopia acontece quando o olho é um pouco mais longo do que o normal ou quando a córnea é muito curva. Isso faz com que as imagens sejam focadas antes da retina, e não em cima dela. O resultado? Você enxerga muito bem de perto, mas o mundo lá longe vira um borrão.

O “boom” da miopia: um fenômeno mundial

Não é impressão sua: tem muito mais gente usando óculos hoje em dia. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que, até 2050, metade da população mundial será míope.

Mas por que isso está acontecendo? O grande vilão moderno é o excesso de tempo em telas (celulares, tablets e computadores) e a falta de atividades em ambientes abertos. Passamos o dia focando objetos a poucos centímetros do rosto, o que “estressa” o sistema visual e estimula o crescimento do olho.

Como tratar? Escolha o que combina com você

A boa notícia é que a miopia é facilmente corrigida:

  • Óculos de grau: a solução mais prática e versátil, com lentes que evoluem a cada dia para serem mais leves e antirreflexo.
  • Lentes de contato: ótimas para quem pratica esportes ou prefere liberdade estética.
  • Cirurgia refrativa: para adultos com o grau estabilizado, o laser pode remodelar a córnea e reduzir ou eliminar a dependência dos óculos.

É possível “frear” a miopia?

Antigamente, achávamos que o grau simplesmente aumentava com o passar do tempo. Hoje, já temos tecnologias para tentar conter esse avanço, especialmente em crianças e jovens:

  • Lentes de controle de progressão (desfoco): óculos com tecnologia especial que ajudam a sinalizar para o olho que ele deve parar de crescer excessivamente.
  • Colírios de atropina: em doses muito baixas, ajudam a retardar a progressão do grau em muitos pacientes.
  • Vida ao ar livre: acredita-se que as atividades ao ar livre fazem as crianças focarem objetos mais distantes, o que diminui a progressão da miopia. Fato é que atividades ao ar livre comprovadamente diminuem a progressão da miopia. Duas horas por dia lá fora fazem toda a diferença!

Cuidar da visão é cuidar da sua qualidade de vida. Se você sente dificuldades para enxergar de longe ou quer proteger a visão dos seus filhos, agende uma consulta.

Retina e diabetes

Diabetes e a saúde ocular: entenda a retinopatia diabética

A hiperglicemia, ou níveis elevados de glicose no sangue, pode afetar diversos órgãos, e os olhos são particularmente sensíveis a essas alterações. Uma das condições oculares mais comuns em pessoas com diabetes é a retinopatia diabética, que ocorre quando os altos níveis de glicose comprometem os pequenos vasos sanguíneos da retina, a camada responsável pela captação da luz e pela formação das imagens.

Como a glicose elevada no sangue pode alterar a visão?

Oscilação da refração. A alta concentração de glicose provoca um acúmulo de água no cristalino, o que altera temporariamente seu formato e sua capacidade de focar a luz de maneira precisa. Esse efeito de “inchaço” no cristalino faz a visão oscilar, ou seja, a pessoa pode perceber sua visão mais embaçada em alguns momentos e normal em outros, dependendo das flutuações glicêmicas. Após o controle glicêmico, é ideal aguardar cerca de um mês para a estabilização dos níveis de glicose antes de realizar o exame de refração (grau dos óculos), pois esse tempo permite uma visão estável e um exame mais preciso e fiel.

Esse fenômeno pode persistir enquanto os níveis de glicose no sangue não estiverem controlados. Assim, para um exame de refração preciso, é indicado esperar alguns meses após a estabilização da glicemia, permitindo que o cristalino retome sua forma normal e evitando uma prescrição de óculos que pode não ser definitiva.

Retinopatia diabética. É uma complicação ocular do diabetes que ocorre devido aos danos nos vasos da retina. Inicialmente, os vasos podem sofrer pequenas lesões, permitindo o vazamento de fluido ou sangue, o que prejudica a visão. Com o tempo, as alterações se tornam mais graves e podem formar novos vasos anômalos, levando a quadros de hemorragia e descolamento da retina.

Tratamento da retinopatia diabética

O tratamento visa preservar a visão e estabilizar a condição. Em estágios iniciais, o controle rigoroso da glicemia, da pressão arterial e do colesterol é essencial. Nos casos mais avançados, pode ser necessário recorrer a tratamentos como:

  • Laser: para reduzir o vazamento de fluido e impedir a formação de novos vasos.
  • Injeções intraoculares: para diminuir o inchaço e a formação de novos vasos.
  • Cirurgia: para casos graves, com hemorragia vítrea ou descolamento da retina.

Importância da avaliação do fundo de olho no diabetes

O exame do fundo de olho é fundamental para o acompanhamento do diabetes. Ele permite que o oftalmologista observe diretamente a retina e identifique sinais precoces de retinopatia, possibilitando um tratamento mais eficaz e a prevenção da perda visual.

A mesma lesão vascular que ocorre no fundo dos olhos também pode ocorrer em outros órgãos, como rins, coração e nervos periféricos, o que explica a relação de complicações associadas ao diabetes, como nefropatia (problemas renais), neuropatia (danos nos nervos) e doenças cardiovasculares, com pessoas que possuem alterações no fundo dos olhos. Por isso, o exame do fundo de olho torna-se uma janela importante para avaliar o impacto do diabetes no organismo como um todo, auxiliando no diagnóstico precoce e no acompanhamento do controle glicêmico para evitar complicações sistêmicas.

Recomenda-se que pessoas com diabetes realizem essa avaliação ao menos uma vez por ano, ou conforme orientação médica.

Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das principais causas de perda de visão em pessoas acima dos 60 anos, afetando milhões em todo o mundo. Essa doença compromete a mácula, região central da retina responsável pela visão detalhada, essencial para atividades como a leitura e o reconhecimento de rostos. Em casos mais graves, pode levar à cegueira central, afetando significativamente a qualidade de vida.

Definição

A DMRI é uma condição que ocorre quando a mácula sofre danos progressivos, comprometendo a capacidade de ver detalhes. Embora a perda de visão seja geralmente lenta, casos avançados podem provocar dificuldades sérias na visão central, deixando preservada a visão periférica.

Fatores de risco

Vários fatores aumentam a chance de desenvolver DMRI, incluindo:

  • Idade: a probabilidade cresce a partir dos 60 anos.
  • Histórico familiar: pessoas com familiares afetados têm maior risco.
  • Hábitos de vida: tabagismo, sedentarismo e exposição excessiva à luz solar.
  • Doenças crônicas: como hipertensão e colesterol alto, que afetam a circulação na retina.

Formas de DMRI

A DMRI pode se apresentar em duas formas:

  • DMRI seca: é a forma mais comum e de progressão mais lenta. Nessa versão, a mácula sofre desgaste gradativo, causando perda lenta da visão central. Muitas vezes, o paciente não percebe sintomas nos estágios iniciais.
  • DMRI exsudativa: mais rara, porém mais agressiva, essa forma é caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos sob a mácula. Esses vasos podem vazar, causando dano rápido à visão. Esse processo exige atenção imediata para prevenir uma perda visual acentuada.

Tratamento

Ainda não existe cura para a DMRI, mas algumas abordagens podem ajudar a desacelerar a progressão e preservar a visão, além do controle da pressão arterial e do colesterol, de parar de fumar, da atividade física e de um hábito alimentar saudável. Na DMRI seca, o uso de suplementos vitamínicos e antioxidantes pode ser indicado em alguns casos, ajudando a diminuir a progressão da doença. Já na DMRI exsudativa, o tratamento com injeções intraoculares de medicamentos antiangiogênicos visa inibir o crescimento dos vasos anormais, controlando o avanço da doença. Em todos os casos, manter uma rotina de exames oftalmológicos é essencial para a detecção precoce e o acompanhamento da condição.

A DMRI exige atenção constante, e o acompanhamento com um oftalmologista pode fazer toda a diferença para a preservação da visão.

Uveíte por toxoplasmose: o que você precisa saber

A uveíte é uma inflamação que acomete a úvea, uma camada interna do olho essencial para a nutrição e a saúde ocular. Entre as causas mais comuns, a toxoplasmose, uma infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii, destaca-se como a principal responsável por uveítes infecciosas no Brasil. Essa condição pode afetar a visão de forma significativa, especialmente se não for diagnosticada e tratada precocemente.

O que é uveíte?

A uveíte é uma inflamação, dentro do olho, que pode afetar diferentes partes da úvea, incluindo a íris, o corpo ciliar e a coroide. Existem vários tipos de uveíte, dependendo da área envolvida: anterior, intermediária, posterior ou difusa (panuveíte). Os sinais e sintomas incluem olhos vermelhos, dor ocular, sensibilidade à luz, visão turva e até perda de visão. Quando não tratada, a uveíte pode causar complicações como catarata, glaucoma e descolamento de retina. O tratamento varia de acordo com a causa e pode incluir colírios, medicamentos orais ou, em casos mais graves, intervenções cirúrgicas.

O que é toxoplasmose?

A toxoplasmose é uma infecção causada pelo Toxoplasma gondii, um parasita amplamente distribuído no mundo. Na maioria das pessoas, a infecção é assintomática, graças à atuação do sistema imunológico. No entanto, em indivíduos com baixa imunidade, como gestantes, portadores de HIV ou transplantados, a toxoplasmose pode causar complicações graves. O parasita é adquirido principalmente pelo consumo de alimentos contaminados, como carne malcozida, água ou vegetais crus, além do contato com fezes de gatos infectados.

Toxoplasmose ocular

Quando o Toxoplasma gondii atinge o olho, pode causar a toxoplasmose ocular, uma forma de uveíte posterior. Essa condição geralmente resulta de uma infecção congênita (transmitida da mãe para o bebê durante a gestação) ou adquirida ao longo da vida. O quadro clínico inclui visão embaçada, manchas escuras no campo visual, dor ocular e sensibilidade à luz. As lesões oculares causadas pelo parasita podem variar de pequenas áreas cicatriciais até o comprometimento severo da retina. Entre as possíveis sequelas estão cicatrizes permanentes que afetam a visão central. O tratamento combina medicamentos antiparasitários e anti-inflamatórios, visando controlar a inflamação e prevenir complicações.

Recorrências e tratamento preventivo

A uveíte por toxoplasmose pode apresentar episódios recorrentes ao longo da vida, especialmente em pessoas com cicatrizes na retina, que servem como foco de reativação do parasita. Cada recorrência aumenta o risco de danos permanentes à visão. Em alguns casos, é possível realizar um tratamento profilático com medicamentos específicos para reduzir o risco de novas inflamações, especialmente em pacientes com histórico de múltiplas crises ou fatores de risco para reativação.

Conclusão

A toxoplasmose ocular é uma das principais causas de uveíte no Brasil e pode impactar significativamente a saúde ocular, sendo essenciais o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para prevenir sequelas graves. A prevenção se concentra principalmente na higiene adequada ao manusear alimentos, na lavagem cuidadosa de frutas e vegetais e no cozimento completo das carnes. Além disso, manter hábitos de higiene ao cuidar de gatos, como a limpeza regular das caixas de areia, ajuda a reduzir o risco de contágio. A conscientização e os cuidados preventivos são fundamentais para preservar a visão e a saúde geral.

Crianças

Teste do olhinho e desenvolvimento da visão

O teste do olhinho, também conhecido como teste do reflexo vermelho, é um exame simples e rápido feito nos primeiros dias de vida do bebê. Ele é realizado com um feixe de luz direcionado para os olhos do recém-nascido, e o médico observa o reflexo que essa luz gera nas pupilas. Devido à vascularização dentro do olho, o reflexo é vermelho, como o de uma fotografia com flash em ambiente escuro.

Esse teste é fundamental para detectar precocemente alterações na visão ou doenças oculares que podem comprometer o desenvolvimento visual da criança. O reflexo vermelho deve ser igual em ambos os olhos. Se houver alguma diferença ou ausência desse reflexo, pode ser sinal de problemas que precisam de investigação.

As principais doenças que podem ser detectadas com o teste do olhinho são:

  • Catarata congênita: uma opacificação do cristalino que pode prejudicar a visão.
  • Glaucoma congênito: aumento da pressão ocular que pode danificar o nervo óptico.
  • Retinoblastoma: um tipo raro de câncer que afeta a retina.
  • Alterações no desenvolvimento do olho: como malformações que comprometem a visão.

O desenvolvimento da visão das crianças ocorre de forma gradual, principalmente nos primeiros anos de vida. Nesse período, o cérebro aprende a interpretar as imagens que os olhos captam, e qualquer alteração não tratada pode comprometer esse processo. Um dos problemas mais comuns é a ambliopia, também conhecida como “olho preguiçoso”, que acontece quando um dos olhos não se desenvolve adequadamente, geralmente devido a doenças oculares não corrigidas. Se a ambliopia não for tratada precocemente, pode levar a uma perda permanente da visão no olho afetado. Daí a importância do diagnóstico rápido e correto, por meio do teste do olhinho e do acompanhamento oftalmológico do desenvolvimento da visão.

Sendo assim, além do teste do olhinho, é fundamental que o bebê passe por avaliações oftalmológicas regulares durante o seu desenvolvimento. Essas consultas permitem ao oftalmologista monitorar a saúde ocular da criança e identificar qualquer problema que possa surgir com o crescimento. Mesmo que o teste do olhinho seja normal, algumas alterações visuais podem se manifestar mais tarde, e a detecção precoce aumenta as chances de tratamento eficaz.

A visão é fundamental para o desenvolvimento normal da criança, pois influencia diretamente sua capacidade de explorar o ambiente, aprender e se socializar. Qualquer problema visual não tratado pode impactar o desempenho escolar e o desenvolvimento motor e cognitivo. O teste do olhinho é essencial nesse contexto, pois permite identificar precocemente doenças graves que, além de comprometer a visão, podem afetar a saúde geral da criança. No caso do retinoblastoma, por exemplo, o diagnóstico precoce é crucial, pois essa doença pode ser fatal se não for tratada a tempo.

Realizar o teste do olhinho e o acompanhamento oftalmológico é essencial para garantir o desenvolvimento visual adequado e prevenir problemas futuros.

Pálpebras e cirurgias

Blefarite e meibomite, e sua relação com calázio e triquíase

Descamação na base dos cílios e a margem da pálpebra irritada podem fazer com que os cílios nasçam tocando o olho e aumentar a chance de nódulos nas pálpebras, como hordéolo (terçol) e calázio.

Vamos a uma breve explicação mais técnica: a blefarite é uma inflamação nas margens das pálpebras, geralmente causada por uma combinação de fatores, como excesso de oleosidade, infecções bacterianas ou condições de pele, como a rosácea. A meibomite é uma disfunção que afeta as glândulas de Meibômio, responsáveis pela produção da camada oleosa da lágrima. Quando essas glândulas ficam obstruídas, a lubrificação dos olhos é comprometida, podendo causar irritação, inflamação e nódulos (como o calázio). Além disso, essas inflamações, a longo prazo, podem alterar a posição dos cílios, que, em alguns casos, passam a tocar a superfície da córnea, causando irritação e desconforto.

Sinais e sintomas da blefarite e da meibomite

  • Vermelhidão e inchaço das margens das pálpebras.
  • Sensação de areia ou queimação nos olhos.
  • Coceira e descamação na base dos cílios.
  • Secreção que forma crostas ao redor dos olhos, especialmente ao acordar.
  • Olhos secos ou lacrimejamento excessivo.
  • Sensibilidade à luz (fotofobia).

Tratamento geral da blefarite e da meibomite

  • Higiene das pálpebras: limpeza regular das margens palpebrais com produtos específicos para remover crostas e oleosidade.
  • Compressas mornas: ajudam a fluidificar a secreção das glândulas e aliviar os sintomas.
  • Colírios ou pomadas: lubrificantes ou antibióticos podem ser indicados pelo oftalmologista, dependendo do caso.
  • Controle de condições associadas: como dermatite seborreica ou rosácea.

Complicações: lesões na superfície ocular, calázio e triquíase

A blefarite e a meibomite podem levar a complicações se não tratadas adequadamente.

Lesões na superfície da córnea. Bactérias presentes na margem palpebral e favorecidas pela oleosidade aumentada podem liberar toxinas, causando inflamação e lesões na superfície da córnea, que resultam em úlceras superficiais. Dor intensa, vermelhidão, sensibilidade à luz e visão embaçada são possíveis consequências dessas lesões.

Calázio. O calázio é um nódulo que se forma nas pálpebras quando uma glândula de Meibômio obstruída desenvolve uma inflamação crônica. Ele pode variar de tamanho, causando desconforto estético ou, em alguns casos, prejudicando a visão se pressionar o olho. O tratamento conservador é feito com compressas mornas diárias e pomadas com associação de antibiótico e anti-inflamatório, que podem fazer o calázio drenar. Quando ele não melhora com o tratamento clínico, pode ser necessário drená-lo por meio de uma pequena cirurgia sob anestesia local. A incisão é feita pela parte interna da pálpebra, sem deixar cicatriz visível. Leia tudo sobre o calázio

Triquíase. É o crescimento anormal dos cílios, que se voltam para dentro, entrando em contato com a superfície ocular. Isso pode causar irritação, vermelhidão e, em casos graves, lesões na córnea. Os cílios podem ser removidos com pinça, em consultório, para alívio temporário. Em casos recorrentes, pode ser necessário um procedimento cirúrgico para corrigir a posição dos cílios e evitar danos permanentes aos olhos. Entenda o entrópio e o cílio encravado.

Calázio: o que é, como tratar e quando a cirurgia é a melhor opção

Você acordou com um “caroço” na pálpebra que não dói, mas incomoda o visual? Pode ser um calázio. Embora muita gente o confunda com o famoso terçol, o calázio tem características e tratamentos específicos.

O que é o calázio, a diferença para o terçol, o tratamento em casa e quando a pequena cirurgia é indicada estão explicados na página do calázio.

Leia tudo sobre o calázio em Sinop

Cirurgia de pterígio: o que é e como tratar?

O pterígio é a popularmente conhecida “carne crescida no olho”. Ocorre devido ao crescimento de um tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva (uma membrana fina e transparente que recobre a superfície do olho) em direção à córnea. Esse crescimento, geralmente em formato triangular, pode causar desconforto, alteração estética e até prejudicar a visão se atingir a área central da córnea.

Fatores de risco, sintomas, tratamento e a técnica de transplante de conjuntiva com cola biológica estão explicados na página da cirurgia.

Leia tudo sobre a cirurgia de pterígio em Sinop

Enucleação, evisceração e adaptação de prótese extraocular

A enucleação e a evisceração são procedimentos cirúrgicos realizados em situações específicas, quando preservar o olho não é mais possível ou benéfico para o paciente.

A enucleação consiste na remoção completa do globo ocular, preservando a musculatura e os tecidos ao redor. Já a evisceração remove o conteúdo interno do olho, mantendo a esclera (a camada branca externa). As duas técnicas têm indicações semelhantes, como:

  • Olho cego doloroso: quando um olho sem visão gera dor crônica que não responde a tratamentos.
  • Traumas graves que impossibilitam a recuperação ocular.
  • Tumores oculares, como o retinoblastoma ou o melanoma, que ameaçam a saúde ou a vida.
  • Infecções graves, como a endoftalmite irreversível.

Além do impacto físico, essas condições podem afetar profundamente o psicológico, especialmente pela mudança na aparência.

Adaptação de prótese extraocular

Após a cirurgia, a adaptação de uma prótese extraocular personalizada é essencial para restaurar a harmonia facial e proporcionar bem-estar ao paciente. Esse processo é minucioso e leva em conta:

  • Abertura ocular: para garantir um aspecto natural e confortável.
  • Cor dos olhos e da esclera (parte branca): reproduzindo com precisão os detalhes do outro olho.
  • Centralização da prótese: fundamental para um resultado estético satisfatório.

A prótese extraocular não apenas devolve a aparência natural, mas também contribui para a autoestima e a qualidade de vida do paciente. Ter um olhar equilibrado e harmônico reduz o impacto psicológico da perda ocular, ajudando na adaptação social e emocional.

Esses cuidados personalizados mostram que, mesmo em situações desafiadoras, é possível unir ciência, estética e sensibilidade para oferecer resultados que valorizam a individualidade e o bem-estar.

Onde eu atendo

Clínica Statto, em Sinop

As consultas e os retornos acontecem na Clínica Statto. Atendo pacientes de Sinop, Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Lucas do Rio Verde e Cuiabá, de toda a região norte de Mato Grosso e de outras regiões do Brasil.

Consultório do Dr. Luigi, com mesa de atendimento e poltronas verdes para os pacientes
Fachada e entrada da Clínica Statto, em Sinop
Aparelho usado no exame dos olhos, dentro do consultório
Balcão da recepção e espaço de espera da Clínica Statto
Sala de espera da clínica, com poltronas e espaço infantil

Endereço e horários

R. das Hortências, 1574 A, Setor Comercial
Sinop, MT · 78550-100
Segunda a sexta
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Sábado
8h30 às 11h
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Clínica Statto · Rua das Hortências, 1574 A, Sinop

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