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Consulta Oftalmológica

Avaliação completa da saúde ocular, identificando problemas de visão e prevenindo doenças para garantir mais conforto e qualidade de vida.

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Cirurgia que remove o excesso de pele e bolsas nas pálpebras, proporcionando um olhar rejuvenescido e mais descansado.

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Cirurgia de Calázio Procedimento seguro e rápido para remover calázios persistentes, aliviando o desconforto e prevenindo infecções.

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Removemos o pterígio com precisão para evitar crescimento excessivo, desconforto e alterações na visão, garantindo mais conforto ocular.

Ptose Palpebral

Cirurgia para corrigir a queda da pálpebra superior, melhorando a estética e a funcionalidade dos olhos, além de ampliar o campo de visão.

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Dr. Luigi Batista Seronni – Médico Oftalmologista

Sou médico oftalmologista com quase 20 anos de experiência dedicados ao cuidado da visão. Atuei por 15 anos em consultório próprio em Goiânia, e há cinco anos estou no Norte do Mato Grosso, onde sigo comprometido com um atendimento técnico, ético e humano.

A oftalmologia sempre esteve presente na minha vida. Venho de uma família de médicos e, desde cedo, aprendi a importância do cuidado com a saúde. Busco unir conhecimento científico, prática clínica e atenção verdadeira às necessidades de cada paciente.

Acredito que um bom atendimento começa pela escuta. Por isso, procuro oferecer consultas com tempo, paciência e dedicação, valorizando cada queixa e explicando com clareza os diagnósticos e tratamentos.

Além da experiência clínica e cirúrgica, mantenho uma rotina constante de atualização, participando de cursos e congressos para acompanhar os avanços da oftalmologia e oferecer um cuidado moderno e seguro.

Meu compromisso é cuidar da saúde ocular com responsabilidade e empatia para garantir qualidade de vida aos meus pacientes.

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Principais queixas dos
pacientes ao Oftalmologista

Visão embaçada, olhos irritados ou dores frequentes são apenas alguns dos sinais que levam as pessoas a procurarem um oftalmologista.

Nossos olhos são sensíveis e, por vezes, pequenos incômodos podem indicar problemas mais sérios. As queixas oculares variam desde dificuldades visuais até desconfortos persistentes, como coceira ou lacrimejamento excessivo.

Abaixo, você encontrará, de maneira resumida, as queixas mais comuns relatadas pelos pacientes e as possíveis causas. Saber identificar os sinais e buscar ajuda especializada é essencial para manter a saúde dos seus olhos.

Imagem ilustrativa destacando possíveis complicações da cirurgia de blefaroplastia, incluindo inchaço, hematomas e cicatrização anormal.

Visão embaçada, dificuldade para ler, ver de longe ou de perto, pode ser necessário atualizar o grau dos óculos ou lentes.

Inflamações, alergias, ou condições como conjuntivite causam desconforto e preocupação.

Pode estar associada a diversas condições, como infecções, lesões, ou até doenças oculares mais graves.

Desconforto ao se expor à luz forte, podendo indicar problemas como uveíte ou ceratite.

Comum entre pessoas que passam muito tempo em frente a telas ou fazem leituras prolongadas.

Flashes de luz, manchas, pontos flutuantes ou perda parcial da visão, podem estar relacionados a problemas graves como descolamento de retina.

Pacientes que veem imagens duplicadas (diplopia), pode estar relacionado com causas neurológicas ou nos músculos extra oculares que necessitam de investigação.

Sintomas relacionados à síndrome do olho seco, especialmente em ambientes secos ou após uso prolongado de dispositivos digitais.

Pode ser causado por inflamações, alergias, ou até obstrução do canal lacrimal.

Comum em pacientes com alergias ou condições como blefarite, onde a irritação constante gera grande desconforto.

Em pacientes com doenças como a degeneração macular, as linhas retas podem aparecer onduladas ou distorcidas.

Muitas vezes estão relacionadas à necessidade de correção visual ou à presença de problemas como astigmatismo ou hipermetropia.

curiosidades

A consulta oftalmológica é onde cuidamos da saúde ocular, muito mais que prescrever óculos. Vale a pena lembrar que segundo a OMS (Organização mundial da saúde), 80% das causas de cegueira poderiam ser evitadas se descobertas precocemente e tratadas adequadamente. 

   É recomendado ir ao oftalmologista uma vez ao ano. Mas essa frequência pode variar dependendo da idade, histórico familiar ou a presença de doenças oculares.

   – Bebês e crianças até dois anos: Além do teste do olhinho após o nascimento, recomenda se duas consultas ao ano. Isto pelo fato de a visão estar em importante processo de desenvolvimento. 

   – Jovens e Adultos: Uma consulta anual (principalmente se usam óculos, lente de contato ou têm condição de saúde que pode prejudicar os olhos).

   – Idosos: A depender de cada caso, uma vez a cada seis meses

   – Pacientes com doenças oculares: De acordo com a orientação do Oftalmologista.

Em alguns casos durante o exame oftalmológico, a dilatação da pupila se faz necessária e é essencial para uma avaliação mais precisa. Um dos motivos é a refração, especialmente em pacientes com menos de 40 anos. Nessa faixa etária, o músculo ciliar, responsável pelo foco de objetos próximos, pode interferir no exame. Ao dilatar a pupila, conseguimos “relaxar” esse músculo, evitando que ele afete o resultado e permitindo uma medição mais exata do grau.

Além disso, dilatamos a pupila para examinar melhor o fundo do olho. Isso é crucial em casos de traumas, retinopatia diabética (doença que afeta os vasos da retina) e uveítes (inflamações oculares). A dilatação amplia o campo de visão do especialista, ajudando a identificar alterações ou problemas de forma mais detalhada.

Durante uma consulta oftalmológica de rotina, vários exames são realizados para avaliar a saúde dos olhos e garantir uma visão de qualidade. Entre os principais exames estão:

  • Acuidade visual e refração: Mede a capacidade de enxergar com clareza e determina o grau de óculos ou lentes, se necessário.
  • Biomicroscopia: Analisa as estruturas anteriores do olho, como córnea, íris, cristalino e retina, utilizando um microscópio especial.
  • Avaliação das pálpebras: Verifica a condição das pálpebras, se há alguma inflamação ou anormalidade e sua função na proteção ocular.
  • Avaliação da motilidade ocular: Testa a movimentação dos olhos, identificando possíveis desequilíbrios.
  • Exame da pupila: Avalia a reação das pupilas à luz, podendo indicar problemas neurológicos ou oculares.
  • Tonometria: Mede a pressão intraocular, essencial para o diagnóstico precoce do glaucoma.
  • Fundoscopia: Examina o fundo do olho (retina), importante para detectar alterações como retinopatia diabética ou sinais de doenças sistêmicas.

 

Esses exames são fundamentais para preservar a saúde ocular. Uma consulta oftalmológica de rotina não só melhora a qualidade da visão, mas também ajuda a prevenir a cegueira por causas reversíveis e a diagnosticar precocemente doenças que podem causar desconforto ou deixar sequelas.

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, que é a fina membrana transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Essa inflamação pode causar sintomas como olhos vermelhos, coceira, sensação de areia nos olhos, lacrimejamento e, às vezes, secreção que pode ser clara ou espessa, dependendo da causa.

Causas da Conjuntivite

Existem diferentes tipos de conjuntivite, causados por fatores diversos:

  • Viral: É a mais comum e geralmente causada por vírus que também provocam gripes ou resfriados.
  • Bacteriana: Causada por bactérias, podendo produzir uma secreção amarelada.
  • Alérgica: Resulta de reações a poeira, pólen ou produtos químicos, frequentemente acompanhada de coceira intensa.
  • Irritativa: Provocada por agentes como fumaça, cloro de piscinas ou outros produtos químicos.

A conjuntivite viral merece destaque porque é altamente contagiosa, se espalha rapidamente entre pessoas próximas e pode ocorrer em surtos, como em escolas ou ambientes de trabalho.

Tratamento e Cuidados

O tratamento depende da causa:

  • Viral: Não há necessidade de antibióticos; o foco é aliviar os sintomas com compressas frias e lubrificantes oculares. A infecção viral geralmente desaparece sozinha em até 14 dias.
  • Bacteriana: Requer colírios ou pomadas com antibióticos prescritos pelo oftalmologista.
  • Alérgica: São usados colírios antialérgicos e medidas para evitar o contato com os alérgenos.

 

Atenção! Apenas o oftalmologista pode fazer o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento.

Complicações Possíveis

Embora a maioria dos casos de conjuntivite tenha boa evolução, negligenciar o tratamento pode levar a complicações, como infecções mais graves ou até danos à visão, especialmente em conjuntivites bacterianas mal tratadas e conjuntivites alérgicas crônicas.

Prevenção e Cuidados para Evitar o Contágio

A conjuntivite viral, em especial, pode ser transmitida pelo contato com secreções ou superfícies contaminadas. Para evitar a propagação:

  • Lave as mãos com frequência.
  • Não compartilhe toalhas, maquiagem ou colírios.
  • Troque fronhas regularmente.
  • Evite tocar ou esfregar os olhos.

 

Durante surtos ou epidemias, é fundamental seguir essas medidas rigorosamente e, se possível, evitar locais com aglomerações. 

Lembrar que a lágrima e secreção durante a conjuntivite viral contém vírus e são altamente transmissíveis da conjuntivite.

O pterígio é a popularmente conhecida “carne crescida no olho”. Ocorre devido ao crescimento de um tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva (uma membrana fina e transparente que recobre a superfície do olho), em direção à córnea. Esse crescimento, geralmente em formato triangular, pode causar desconforto, alteração estética e até prejudicar a visão se atingir a área central da córnea.

Fatores de Risco

A principal causa do pterígio é a exposição excessiva ao sol, especialmente à radiação ultravioleta (UV). Outros fatores incluem vento, poeira, ressecamento ocular e predisposição genética. Ele é mais comum em pessoas que vivem ou trabalham ao ar livre.

Sinais e Sintomas

Os sintomas variam de acordo com o tamanho e a progressão do pterígio. Os mais comuns incluem:

  • Vermelhidão e irritação ocular;
  • Sensação de areia ou corpo estranho nos olhos;
  • Alteração estética;
  • Em casos avançados, dificuldade para enxergar devido à distorção ou obstrução da visão.

Tratamento

O tratamento inicial pode ser clínico, com uso de colírios lubrificantes ou anti-inflamatórios para aliviar os sintomas. No entanto, quando o pterígio compromete a visão, causa desconforto persistente ou afeta a estética, a cirurgia pode ser indicada.

Técnica Cirúrgica: Transplante de Conjuntiva com Cola Biológica

O método mais moderno e eficaz para a remoção do pterígio é a técnica de transplante de conjuntiva associado ao uso de cola biológica. Nesse procedimento, após a retirada do pterígio, um pequeno fragmento da conjuntiva saudável do próprio paciente é transplantado para a área afetada. A cola biológica substitui os pontos tradicionais, promovendo melhor adesão e maior conforto no pós-operatório.

Recuperação e Possibilidade de Recidiva

A recuperação da cirurgia costuma ser tranquila, com redução da dor em poucos dias, graças ao uso da cola biológica, que minimiza o desconforto. No entanto, é importante seguir as orientações médicas, como o uso de colírios prescritos e proteção contra o sol.

Embora a técnica de transplante de conjuntiva reduza significativamente o risco de recidiva (crescimento do pterígio novamente), ela ainda pode ocorrer em alguns casos, especialmente se não houver proteção adequada contra os fatores de risco, como a radiação UV.

O uso de dispositivos digitais, como computadores, celulares e tablets, tornou-se parte indispensável da nossa rotina, seja para trabalho, estudo ou lazer. Com isso, muitos de nós passamos horas olhando para telas, o que pode causar desconfortos oculares, uma condição conhecida como astenopia digital.

Quando focamos por muito tempo em telas, o número de vezes que piscamos diminui significativamente. Podendo, durante o uso de telas, esse número cair pela metade. Isso faz com que os olhos fiquem menos lubrificados, aumentando a sensação de ressecamento e irritação.

Outro fator importante é o esforço dos olhos para focar em objetos próximos, chamado de acomodação visual. Esse processo exige que os músculos oculares trabalhem continuamente para ajustar o foco, especialmente ao alternar entre diferentes distâncias na tela. Esse esforço prolongado pode causar fadiga visual, dores de cabeça e sensação de peso nos olhos.

Além disso, fatores ambientais como o ar condicionado, a baixa umidade do ar e a iluminação inadequada agravam os sintomas, contribuindo para o ressecamento ocular e o cansaço visual.

Como prevenir os desconfortos da astenopia digital?

Adotar alguns hábitos simples pode ajudar a evitar os sintomas:

  • Faça pausas regulares: a cada 20 minutos, desvie o olhar da tela e foque em algo distante por pelo menos 20 segundos (Regra 20-20-20).
  • Pisque conscientemente: lembre-se de piscar para manter os olhos hidratados.
  • Use colírios lubrificantes: eles ajudam a evitar o ressecamento, mas devem ser indicados por um oftalmologista.
  • Ajuste o ambiente: certifique-se de que o local tem boa iluminação e evite correntes de ar seco, como do ar condicionado.
  • Invista em óculos: caso precise de correção visual, mantenha suas visitas ao oftalmologista em dia.

Um olhar além da visão

O tempo excessivo sentado em frente às telas não afeta apenas os olhos, mas também pode impactar negativamente a postura e a circulação sanguínea. Permanecer muito tempo na mesma posição pode causar dores nas costas, no pescoço e prejudicar o fluxo venoso, aumentando o risco de inchaços nas pernas e outros problemas. Ao fazer as pausas é importante também beber água e ir regularmente ao banheiro. Se hidratar e não reter urina vão colaborar para o cuidado com a sua saúde. 

Portanto, cuidar da saúde ocular e do corpo como um todo é essencial. Se os sintomas persistirem, procure um oftalmologista para uma avaliação personalizada.

O teste do olhinho, também conhecido como teste do reflexo vermelho, é um exame simples e rápido feito nos primeiros dias de vida do bebê. Ele é realizado com um feixe de luz que é direcionado para os olhos do recém-nascido, e o médico observa o reflexo que essa luz gera nas pupilas. Devido à vascularização dentro do olho o reflexo é vermelho como o de uma fotografia com flash em ambiente escuro.

Esse teste é fundamental para detectar precocemente alterações na visão ou doenças oculares que podem comprometer o desenvolvimento visual da criança. O reflexo vermelho deve ser igual em ambos os olhos. Se houver alguma diferença ou ausência desse reflexo, pode ser sinal de problemas que precisam de investigação.

As principais doenças que podem ser detectadas com o teste do olhinho são:

  • Catarata congênita: uma opacificação do cristalino que pode prejudicar a visão;
  • Glaucoma congênito: aumento da pressão ocular que pode danificar o nervo óptico;
  • Retinoblastoma: um tipo raro de câncer que afeta a retina;
  • Alterações no desenvolvimento do olho: como malformações que comprometem a visão.

O desenvolvimento da visão das crianças ocorre de forma gradual, principalmente nos primeiros anos de vida. Nesse período, o cérebro aprende a interpretar as imagens que os olhos captam, e qualquer alteração não tratada pode comprometer esse processo. Um dos problemas mais comuns é a ambliopia, também conhecida como “olho preguiçoso”, que acontece quando um dos olhos não se desenvolve adequadamente, geralmente devido a doenças oculares não corrigidas. Se a ambliopia não for tratada precocemente, pode levar a uma perda permanente da visão no olho afetado, por isso a importância do diagnóstico rápido e correto através do teste do olhinho e acompanhamento oftalmológico do desenvolvimento da visão.

Sendo assim, além do teste do olhinho, é fundamental que o bebê passe por avaliações oftalmológicas regulares durante o seu desenvolvimento. Essas consultas permitem ao oftalmologista monitorar a saúde ocular da criança e identificar qualquer problema que possa surgir com o crescimento. Mesmo que o teste do olhinho seja normal, algumas alterações visuais podem se manifestar mais tarde, e a detecção precoce aumenta as chances de tratamento eficaz.

A visão é fundamental para o desenvolvimento normal da criança, pois influencia diretamente sua capacidade de explorar o ambiente, aprender e se socializar. Qualquer problema visual não tratado pode impactar o desempenho escolar e o desenvolvimento motor e cognitivo. O teste do olhinho é essencial nesse contexto, pois permite identificar precocemente doenças graves que, além de comprometer a visão, podem afetar a saúde geral da criança. No caso do retinoblastoma, por exemplo, o diagnóstico precoce é crucial, pois essa doença pode ser fatal se não for tratada a tempo. 

Realizar o teste do olhinho e o acompanhamento oftalmológico são essenciais para garantir o desenvolvimento visual adequado e prevenir problemas futuros.

A enucleação e a evisceração são procedimentos cirúrgicos realizados em situações específicas, quando preservar o olho não é mais possível ou benéfico para o paciente.

Enucleação consiste na remoção completa do globo ocular, preservando a musculatura e os tecidos ao redor. Já a evisceração remove o conteúdo interno do olho, mantendo a esclera (a camada branca externa). Ambas as técnicas têm indicações semelhantes, como:

  • Olho cego doloroso: quando um olho sem visão gera dor crônica que não responde a tratamentos.
  • Traumas graves que impossibilitam a recuperação ocular.
  • Tumores oculares, como o retinoblastoma ou o melanoma, que ameaçam a saúde ou a vida.
  • Infecções graves, como endoftalmite irreversível.

Além do impacto físico, essas condições podem afetar profundamente o psicológico, especialmente pela mudança na aparência.

Adaptação de Prótese Extraocular

Após a cirurgia, a adaptação de uma prótese extraocular personalizada é essencial para restaurar a harmonia facial e proporcionar bem-estar ao paciente. Esse processo é minucioso, levando em conta:

  • Abertura ocular: para garantir um aspecto natural e confortável.
  • Cor dos olhos e da esclera (parte branca): reproduzindo com precisão os detalhes do outro olho.
  • Centralização da prótese: fundamental para um resultado estético satisfatório.

A prótese extraocular não apenas devolve a aparência natural, mas também contribui para a autoestima e qualidade de vida do paciente. Ter um olhar equilibrado e harmônico reduz o impacto psicológico da perda ocular, ajudando na adaptação social e emocional.

Esses cuidados personalizados mostram que, mesmo em situações desafiadoras, é possível unir ciência, estética e sensibilidade para oferecer resultados que valorizam a individualidade e o bem-estar.

Descamação nas bases dos cílios e a margem da pálpebra irritada podem fazer com que os cílios nasçam tocando o olho e aumentar a chance de nodulações nas pálpebras como Hordéolo, Terçol e Calázio. 

Vamos fazer uma breve explicação mais técnica:

A blefarite é uma inflamação nas margens das pálpebras, geralmente causada por uma combinação de fatores, como excesso de oleosidade, infecções bacterianas ou condições de pele, como a rosácea. A meibomite é uma disfunção que afeta as glândulas de Meibômio, responsáveis pela produção da camada oleosa da lágrima. Quando essas glândulas ficam obstruídas, a lubrificação dos olhos é comprometida, podendo causar irritação, inflamação e nodulação (como o Calázio). Além disso, essas inflações em longo prazo, podem alterar a posição dos cílios, que, em alguns casos, passam a tocar a superfície da córnea, causando irritação e desconforto.

Sinais e sintomas da Blefarite e Meibomite

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Vermelhidão e inchaço das margens das pálpebras;
  • Sensação de areia ou queimação nos olhos;
  • Coceira e descamação na base dos cílios;
  • Secreção que forma crostas ao redor dos olhos, especialmente ao acordar;
  • Olhos secos ou lacrimejamento excessivo;
  • Sensibilidade à luz (fotofobia).

Tratamento geral da Blefarite e Meibomite

  • Higiene das pálpebras: Limpeza regular das margens palpebrais com produtos específicos para remover crostas e oleosidade.
  • Compressas mornas: Ajudam a fluidificar a secreção das glândulas e aliviar os sintomas.
  • Colírios ou pomadas: Lubrificantes ou antibióticos podem ser indicados pelo oftalmologista, dependendo do caso.
  • Controle de condições associadas: Como dermatite seborreica ou rosácea.

Complicações: Lesões na superfície ocular, Calázio e Triquíase

A blefarite e a meibomite podem levar a complicações se não tratadas adequadamente:

Lesões na Superfície corneana

Bactérias presentes na margem palpebral e favorecidas pela oleosidade aumentada podem liberar toxinas, podendo causar inflamação e lesões na superfície da córnea resultando em úlceras superficiais. A dor intensa, vermelhidão, sensibilidade à luz e visão embaçada são possíveis consequências dessas lesões. 

Calázio

O calázio é um nódulo que se forma nas pálpebras quando uma glândula de Meibômio obstruída desenvolve uma inflamação crônica. Ele pode variar de tamanho, causando desconforto estético ou, em alguns casos, prejudicando a visão se pressionar o olho.

Tratamento do calázio:

  • Conservador: Compressas mornas diárias e pomadas com associação de antibiótico e anti-inflamatório podem fazer com que o calázio drene. 
  • Cirúrgico: Quando o calázio não melhora com o tratamento clínico, pode ser necessário drená-lo por meio de uma pequena cirurgia realizada sob anestesia local. A incisão é feita pela porção interna da pálpebra não deixando cicatriz visível. 

Triquíase

A triquíase é o crescimento anormal dos cílios, que se voltam para dentro, entrando em contato com a superfície ocular. Isso pode causar irritação, vermelhidão e, em casos graves, lesões na córnea.

Tratamento da triquíase:

  • Remoção dos cílios: Pode ser feita com pinça em consultório para alívio temporário.
  • Cirurgia corretiva: Em casos recorrentes, pode ser necessário um procedimento cirúrgico para corrigir a posição dos cílios e evitar danos permanentes aos olhos.

A hiperglicemia, ou níveis elevados de glicose no sangue, pode afetar diversos órgãos, e os olhos são particularmente sensíveis a essas alterações. Uma das condições oculares mais comuns em pessoas com diabetes é a retinopatia diabética, que ocorre quando os altos níveis de glicose comprometem os pequenos vasos sanguíneos da retina, a camada responsável pela captação da luz e formação das imagens.

Como a Glicose elevada no sangue pode alterar a visão?

  • Oscilação da Refração

A alta concentração de glicose provoca um acúmulo de água no cristalino, o que altera temporariamente seu formato e sua capacidade de focar a luz de maneira precisa. Esse efeito de “inchaço” no cristalino faz a visão oscilar, ou seja, a pessoa pode perceber sua visão mais embaçada em alguns momentos e normal em outros, dependendo das flutuações glicêmicas. Após o controle glicêmico, é ideal aguardar cerca de um mês para a estabilização dos níveis de glicose antes de realizar o exame de refração (grau dos óculos), pois este tempo permite uma visão estável e um exame mais preciso e fiel.

Esse fenômeno é conhecido como” e pode persistir enquanto os níveis de glicose no sangue não estiverem controlados. Assim, para um exame de refração preciso, é indicado esperar alguns meses após a estabilização da glicemia, permitindo que o cristalino retome sua forma normal e evitando uma prescrição de óculos que pode não ser definitiva.


  • Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética é uma complicação ocular do diabetes que ocorre devido aos danos nos vasos da retina. Inicialmente, os vasos podem sofrer pequenas lesões, permitindo o vazamento de fluido ou sangue, o que prejudica a visão. Com o tempo, as alterações se tornam mais graves e podem formar novos vasos anômalos, levando a quadros de hemorragia e descolamento da retina.

Tratamento da Retinopatia Diabética

O tratamento visa preservar a visão e estabilizar a condição. Em estágios iniciais, o controle rigoroso da glicemia, pressão arterial e colesterol é essencial. Nos casos mais avançados, pode ser necessário recorrer a tratamentos como:

  • Laser: Para reduzir o vazamento de fluido e impedir a formação de novos vasos.
  • Injeções intraoculares: Para diminuir o inchaço e a formação de novos vasos.
  • Cirurgia: Para casos graves, com hemorragia vítrea ou descolamento da retina.

 

Importância da Avaliação do Fundo de Olho no Diabetes

O exame do fundo de olho é fundamental para o acompanhamento do diabetes. Ele permite que o oftalmologista observe diretamente a retina e identifique sinais precoces de retinopatia, possibilitando um tratamento mais eficaz e a prevenção da perda visual. 

A mesma lesão vascular que ocorre no fundo dos olhos também pode ocorrer em outros órgãos, como rins, coração e nervos periféricos, o que explica a relação de complicações associadas ao diabetes, como nefropatia (problemas renais), neuropatia (danos nos nervos) e doenças cardiovasculares, com pessoas que possuem alterações no fundo dos olhos.  Por isso, o exame do fundo de olho torna-se uma janela importante para avaliar o impacto do diabetes no organismo como um todo, auxiliando no diagnóstico precoce e no acompanhamento do controle glicêmico para evitar complicações sistêmicas.

Recomenda-se que pessoas com diabetes realizem esta avaliação ao menos uma vez por ano, ou conforme orientação médica.

A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma das principais causas de perda de visão em pessoas acima dos 60 anos, afetando milhões em todo o mundo. Essa doença compromete a mácula, região central da retina responsável pela visão detalhada, essencial para atividades como leitura e reconhecimento de rostos. Em casos mais graves, pode levar à cegueira central, afetando significativamente a qualidade de vida.

Definição:

A DMRI é uma condição que ocorre quando a mácula sofre danos progressivos, comprometendo a capacidade de ver detalhes. Embora a perda de visão seja geralmente lenta, casos avançados podem provocar dificuldades sérias na visão central, deixando preservada a visão periférica.

Fatores de Risco:

Vários fatores aumentam a chance de desenvolver DMRI, incluindo:

  • Idade: a probabilidade cresce a partir dos 60 anos;
  • Histórico familiar: pessoas com familiares afetados têm maior risco;
  • Hábitos de vida: tabagismo, sedentarismo e exposição excessiva à luz solar;
  • Doenças crônicas: como hipertensão e colesterol alto, que afetam a circulação na retina.

Formas de DMRI:

A DMRI pode se apresentar em duas formas:

  1. DMRI Seca: É a forma mais comum e de progressão mais lenta. Nesta versão, a mácula sofre desgaste gradativo, causando perda lenta da visão central. Muitas vezes, o paciente não percebe sintomas nos estágios iniciais.
  2. DMRI Exsudativa: Mais rara, porém mais agressiva, essa forma é caracterizada pelo crescimento anormal de vasos sanguíneos sob a mácula. Esses vasos podem vazar, causando dano rápido à visão. Esse processo exige atenção imediata para prevenir uma perda visual acentuada.

Tratamento:

Ainda não existe cura para a DMRI, mas algumas abordagens podem ajudar a desacelerar a progressão e preservar a visão. Além de controle da pressão arterial e colesterol, parar o tabagismo, atividade física e habito alimentar saudável. Na DMRI seca, o uso de suplementos vitamínicos e antioxidantes podem ser indicado em alguns casos ajudando a diminuir a progressão da doença. Já para a DMRI exsudativa, o tratamento com injeções intraoculares de medicamentos antiangiogênicos visa inibir o crescimento dos vasos anormais, controlando o avanço da doença. Em todos os casos, manter uma rotina de exames oftalmológicos é essencial para detecção precoce e acompanhamento da condição.

A DMRI exige atenção constante, e o acompanhamento com um oftalmologista pode fazer toda a diferença para a preservação da visão.

A uveíte é uma inflamação que acomete a úvea, uma camada interna do olho essencial para a nutrição e a saúde ocular. Dentre as causas mais comuns, a toxoplasmose, uma infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii, destaca-se como a principal responsável por uveítes infecciosas no Brasil. Essa condição pode afetar a visão de forma significativa, especialmente se não for diagnosticada e tratada precocemente.

O que é Uveíte?

A uveíte é uma inflamação, dentro do olho, que pode afetar diferentes partes da úvea, incluindo a íris, o corpo ciliar e a coroide. Existem vários tipos de uveíte, dependendo da área envolvida: anterior, intermediária, posterior ou difusa (panuveíte). Os sinais e sintomas incluem olhos vermelhos, dor ocular, sensibilidade à luz, visão turva e até perda de visão. Quando não tratada, a uveíte pode causar complicações como catarata, glaucoma e descolamento de retina. O tratamento varia de acordo com a causa e pode incluir colírios, medicamentos orais ou, em casos mais graves, intervenções cirúrgicas.

O que é Toxoplasmose?

A toxoplasmose é uma infecção causada pelo Toxoplasma gondii, um parasita amplamente distribuído no mundo. Na maioria das pessoas, a infecção é assintomática, graças à atuação do sistema imunológico. No entanto, em indivíduos com baixa imunidade, como gestantes, portadores de HIV ou transplantados, a toxoplasmose pode causar complicações graves. O parasita é adquirido principalmente pelo consumo de alimentos contaminados, como carne malcozida, água ou vegetais crus, além do contato com fezes de gatos infectados.

Toxoplasmose Ocular

Quando o Toxoplasma gondii atinge o olho, pode causar a toxoplasmose ocular, uma forma de uveíte posterior. Essa condição geralmente resulta de uma infecção congênita (transmitida da mãe para o bebê durante a gestação) ou adquirida ao longo da vida. O quadro clínico inclui visão embaçada, manchas escuras no campo visual, dor ocular e sensibilidade à luz. As lesões oculares causadas pelo parasita podem variar de pequenas áreas cicatriciais até comprometimento severo da retina. Entre as possíveis sequelas estão cicatrizes permanentes que afetam a visão central. O tratamento combina medicamentos antiparasitários e anti-inflamatórios visando controlar a inflamação e prevenir complicações.

Recorrências e Tratamento Preventivo

A uveíte por toxoplasmose pode apresentar episódios recorrentes ao longo da vida, especialmente em pessoas com cicatrizes na retina, que servem como um foco de reativação do parasita. Cada recorrência aumenta o risco de danos permanentes à visão. Em alguns casos, é possível realizar um tratamento profilático com medicamentos específicos para reduzir o risco de novas inflamações, especialmente em pacientes com histórico de múltiplas crises ou fatores de risco para reativação.

Conclusão

A toxoplasmose ocular é uma das principais causas de uveíte no Brasil e pode impactar significativamente a saúde ocular, sendo essencial o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para prevenir sequelas graves. A prevenção se concentra principalmente na higiene adequada ao manusear alimentos, na lavagem cuidadosa de frutas e vegetais e no cozimento completo de carnes. Além disso, manter hábitos de higiene ao cuidar de gatos, como a limpeza regular das caixas de areia, ajuda a reduzir o risco de contágio. A conscientização e os cuidados preventivos são fundamentais para preservar a visão e a saúde geral.